Equipe da Rádio Comunitária Rua Nova FM de Belém é proibida de exercer suas funções.

A Rádio Comunitária Rua Nova FM existe desde 1998, um sonho realizado pelo o saudoso diretor presidente Francisco de Assis Porpino. A Rádio pertence a Adecon (Associação de Desenvolvimento Comunitário de Rua Nova).   No ano de 2013 um Vereador de Belém passou a ter interesse em tomar conta da emissora e se chegando como quem nada quer enganou a equipe e formou uma mesa diretora de próprio punho.
     Existe um processo em aberto na comarca da cidade contestando essa nova mesa diretora, que de forma fraudulenta e na calada da noite foi feita pelo o Vereador e seus cúmplices.
     Na noite do último sábado, 30 de agosto, sem comunicar a nem um dos apresentadores da rádio alguém quebrou o cadeado e levou os principais equipamentos da emissora. Deixando um aviso de que a rádio agora estaria em novo endereço. Neste domingo, 31 de agosto a equipe da rádio foi ao novo endereço e ao chegar no estúdio foi proibida e executar suas funções.
Aí eu pergunto:
1-    Com pode mudar uma rádio comunitária de endereço sem ter a autorização do Ministério das Comunicações?
2-    Por que tiveram que quebrar o cadeado da porta pra entrar?
Por que levaram os equipamentos sem que ninguém da rádio vice? Equipamentos estes que foram comprados com o dinheiro da população de Belém.
3-    Por que o Vereador que nunca fez nada pela rádio agora manifesta poder sobre a ela?
4-    Ele pode ser dono?  Comprou? E pode?

O fato é que querem ser donos da rádio comunitária de Belém. Um patrimônio público, uma rádio que até ontem não tinha partido político e nunca teve. Faltaram com respeito à população e principalmente com a equipe de apresentadores que está lá ha mais de 15 anos.


Só digo uma coisa: Não vamos ficar calados!
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Seg. à Sex. Das 17h às 19h.


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Macabro - Homem encontrado morto deitado em rede após 1 ano e 3 meses deixou mensagens na parede

O homem encontrado morto deitado em uma rede, após 1 ano e 3 meses desaparecido, deixou mensagens na parede do quarto. O caso veio à tona na última sexta-feira (22), no Bairro Monte Castelo, em Fortaleza, e chamou a atenção pelo fato de o esqueleto estar no local onde, aparentemente, encontrava-se desde que morreu. Marcos de Souza Lima, de 41 anos, morava sozinho no terceiro andar de uma casa, enquanto os familiares residiam, separados, no andar inferior, na Rua Gerson Farias.
Frases como “a senhora vai ser responsabilizada pela minha morte”e “Jesus foi morto e crucificado por vocês” foram encontradas na parede. Segundo o vizinho da vítima, Gilberto de Oliveira, o corpo só foi achado porque havia faltado água no andar de baixo da casa, onde residiam a madrasta da vítima e a irmã dela. “Eu vim fazer o serviço, e subi até o terceiro andar para encontrar o motivo da falta de água. Comecei a bater à porta, e ninguém atendeu. Arrombei, vi a rede e uma cabeça, o resto era tudo osso”, explica.


De acordo com Gilberto, o homem havia desaparecido desde maio de 2013, e as duas moradoras da casa não entraram no quarto durante todo esse tempo por serem idosas, e não poderem subir as escadas. “A madrasta estava procurando por ele por mais de um ano. E ninguém sentiu o cheiro porque ele vedou tudo com jornal. A porta estava toda vedada”, conta.
Outro morador, que não quis se identificar, informou que os familiares não se deram conta do ocorrido, porque a vítima havia dito que iria viajar para São Paulo. Em razão disso, ninguém achou estranho o desaparecimento e nem o fato de a casa estar fechada por tanto tempo.
A causa da morte ainda não foi confirmada. Mas, no quarto onde o corpo foi encontrado, havia uma corda amarrada, um banco logo abaixo e mensagens de despedida na parede. Os moradores acreditam que a morte foi premeditada. “Marcos era da seita gnóstica, e ficava dizendo que saía do corpo e voltava. Falava que ia para outros planetas. Ele estudava muito sobre isso e até ministrava palestras”, afirma Edilardo Gonçalves, colega de trabalho da vítima. Marcos trabalhava com instalação de equipamentos eletrônicos de segurança.
A Perícia Forense retirou o corpo do local na sexta-feira e informou que o cadáver estava em decomposição há mais de um ano. O corpo foi encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML).
Fontes: Tribuna do Ceara e Barra Pesada








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Alceu Valença se descobre no cinema e diz que fazer filme é melhor que sexo

  • 12.ago.2014 - Alceu Valença, diretor do filme "A Luneta do Tempo"
    12.ago.2014 - Alceu Valença, diretor do filme "A Luneta do Tempo"
O cantor Alceu Valença concluiu há pouco o projeto que mais lhe deu prazer na vida. Não é um novo disco ou show, e sim seu primeiro filme, "A Luneta do Tempo". A afirmação soa exagerada para um artista com mais de 40 anos de carreira, mas é dele mesmo. "É a coisa que eu mais gostei [de fazer] na vida. É melhor do que beber, coisa que eu não faço mais. Talvez seja melhor do que fazer sexo", contou ele.
O romance do pernambucano com a sétima arte começou por acaso, durante um encontro com o cineasta Walter Carvalho, há mais de dez anos. Conhecendo a mente sempre em ebulição de Valença, o diretor pediu para ver o que o cantor estava produzindo. "Tinha começado a escrever umas coisas como se fosse um cordel. Como escrevo muito, não sabia muito bem o que fazer com aquilo. Waltinho leu e disse: 'Isso é cinema'".
A ideia era que o próprio Walter Carvalho dirigisse o filme, mas o cineasta já estava comprometido com outro projeto, o filme "Budapeste". Andrucha Waddington apareceu como outra opção para o posto, mas também tinha outros planos, no caso filme "Casa de Areia". "Pensei: 'Sabe de uma coisa? Quem vai fazer esse filme sou eu'", lembra o cantor. Valença disse que teve apenas dez aulas sobre cinema com uma amiga e aprendeu o resto sozinho, com a ajuda de livros e muitos filmes.
UOL
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Por voto, Candidatos em campanha engolem de coxinha a mosca no café

  • Aécio Neves come uma coxinha e Dilma Rousseff se serve em um bandejão: tática para demonstrar simplicidade
    Aécio Neves come uma coxinha e Dilma Rousseff se serve em um bandejão: tática para demonstrar simplicidade
Já é tradição durante a campanha eleitoral. Candidatos saem para a rua fazer o famoso "corpo a corpo", visitam comércios, beijam criancinhas, abraçam velhinhas e, entre uma atividade e outra, param em algum ponto para comer uma coxinha, lotar o prato no bandejão, encarar uma exótica buchada de bode e, para fechar o menu, um café frio com mosca. Sim, isso aconteceu em uma das campanhas do vereador paranaense Célio Guergoletto (PP-PR).

E como nestes casos o objetivo é mostrar para o povo que seu candidato não tem frescura e é gente como a gente, é importante não se abater com estes percalços e aceitar tudo que o eleitor lhe oferecer.

"Estávamos em um bairro bem pobre de Londrina e ele foi convidado por uma mulher para tomar um café em sua casa. Aceitou. Só que o café estava frio e, para piorar, tinha uma mosca na caneca. O pior é que não dava para cuspir. Ia parecer desfeita. Então ele ficou ali por vários minutos com a mosca na boca, a mulher falando e ele apenas concordando com a cabeça e fazendo 'hum-humm, hum-humm'. Só pôde cuspir quando saiu. Foi engraçado", conta o coordenador de campanha Claudio Osti, que trabalha com marketing político desde 1996.

Mas esse tipo de ação tem efeito na hora da eleição? Osti diz que funciona mais para "gerar mídia" e "fazer cena" para o horário eleitoral do que para gerar voto. "Nesses eventos não têm nem como passar qualquer mensagem política. Geralmente isso acontece em pontos tradicionais onde há muita concentração de pessoas. Então, em Curitiba, por exemplo, o candidato tem que ir tomar um café na Boca Maldita. Em Londrina, tomar uma vitamina em frente à Catedral e em qualquer outra cidade comer um pastel na feira."

Para Carlos Rayel, que coordena a imagem do candidato a governador Lúdio Cabral (PT-MT) e que já foi secretário de comunicação do ex-governador de São Paulo Orestes Quércia, o marketing alimentício só funciona quando é natural. Segundo ele, a ocasião em que o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso comeu buchada de bode e andou de jumento ficou parecendo "forçação de barra".

"Todo mundo sabe que ele tem hábitos bem mais requintados que aquele. Então funciona para o pessoal daquela região, mas fora dali não. O candidato daqui, por exemplo, é médico sanitarista de um região específica e sempre trata pessoas com hipertensão. Para ver se as pessoas tinham mudado seus hábitos alimentares, ele sempre fazia uma visita surpresa nas casas delas na hora do almoço. Aí resolvemos usar isso no programa eleitoral."

Rayel faz uma ressalva, no entanto. Segundo ele, é preciso considerar que, assim como o vereador paranaense, o ex-presidente provavelmente não teve como escapar do prato que lhe fora oferecido.

A consultora de comportamento Cláudia Matarazzo diz que, nestes casos, o candidato não deve recusar logo de cara qualquer comida que lhe seja oferecida, por mais indigesta que ela possa parecer. "Tem que ser delicadamente. Coma só um pouquinho, diz que acabou de almoçar ou enrola um pouco e diz que está atrasado."

No entanto, esta regra pode e deve ser quebrada quando o político tiver alguma restrição alimentar. "O Serra, por exemplo, tem problemas com lactose, a Marina Silva também tem várias restrições. A saúde em primeiro lugar", diz a consultora.

Há apenas um grande inimigo a ser evitado durantes as campanhas, segundo os entrevistados: a maionese. "As campanhas têm sempre um problema: o almoço. O candidato está andando a manhã toda, para para almoçar e o primeiro prato que aparece é a maionese, que foi feita horas antes. Tem muita chance de dar errado. Então, maionese jamais."

uol
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Colapso no abastecimento de água atinge cidades do Brejo e Curimataú da Paraíba


Deusdete Queiroga foi entrevistado na RCTV


O presidente da Cagepa, Deusdete Queiroga Filho, garantiu, na noite desta quarta-feira (20), que os mananciais que garantem o abastecimento de água na região da Grande João Pessoa não enfrentam qualquer problema. Contudo, ele alertou para a situação de municípios do Brejo paraibano, como Esperança e Remígio, e na região do Curimataú, como Cacimba de Dentro e Belém. Segundo ele, já há um colapso no abastecimento d'água nesses municípios. O presidente da Cagepa foi entrevistado no programa '27 Segundos' da RCTV, canal 27 da Net digital.


Ele também confirmou que a situação do açude de Boqueirão é preocupante. O manancial que abastece municípios do Piemonte da Borborema. São cerca de 500 mil pessoas que dependem da água que sai desse manancial. Atualmente, o açude tem cerca de 121 milhões de metros cúbicos de água, dos 428 milhões do seu armazenamento total.



Deusdete frisou que se não houver recarga e o acumulado ficar em 100 milhões de metros cúbicos, o "racionamento preventivo" na região de Campina Grande seria obrigatório. O prazo para normalizar essa situação é em dezembro deste ano. De acordo com o diretor da Cagepa, há um consumo médio de 5 milhões de metros cúbicos por mês. E essa reposição que tem que ser feita, com a recarga a partir das chuvas registradas principalmente no Cariri.

O presidente da Cagepa disse que em horários de picos de consumo em João Pessoa são registrados problemas na distribuição, o que leva a suspensão do consumo sem aviso prévio. Essa seria uma constante em bairros da Capital, como Cristo, Jaguaribe, Bairro dos Estados e Torre.

A ideia, afirma Deusdete Queiroga, é construir subadutoras nesses bairros. "A adutora que existe em Jaguaribe, por exemplo, foi construída no governo João Agripino, há mais de 40 anos. Nas últimas décadas não houve investimentos na Cagepa e estamos pagando carro por isso˜ ", disse o presidente da empresa estadual de água e esgoto da Paraíba.

Deusdete confirmou que já um colapso total no abastecimento de cidades como Esperança, Remígio, Cacimba de Dentro, Doa Inês e Belém. Ele garante que a construção de adutoras solucionaria essa falta de água. Afirma que o Governo do Estado está construindo essas obras e algumas estão próximas da conclusão.

A Cagepa também reconhece um colapso total no abastecimento de água nos municípios de São João do Rio do Peixe e Jurú, no Alato Sertão paraibano.

Na cidade de Juru, distante 398 km da capital paraibana, o açude que abastecia a cidade secou por conta da estiagem. O sistema de captação de água é feito de forma improvisada, com ajuda de agricultores, que fornecem eletricidade e um motor bomba para o sistema de captação.

Já na cidade de São João do Rio do Peixe, localizado na microrregião de Cajazeiras, a população com mais de 17 mil pessoas dependiam de um poço artesiano cavado ao lado da Estação de Tratamento de Água da cidade.

Nas cidades de Boa Ventura, situada na microrregião de Itaporanga, e Triunfo, na microregião de Cajazeiras, o abastecimento foi solucionado. As duas também enfrentavam colapso no abastecimento.

Com Portal Correio da Paraíba
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Casada, Miss Bumbum lésbica fala: 'Nenhuma outra me excita'; confira!

Ana Paula Souza, de 27 anos, representante do Distrito Federal no Miss Bumbum 2014, resolveu assumir sua homossexualidade publicamente. Casada há dois anos, ela não havia exposto às colegas de concurso sua orientação sexual. “Nenhuma delas sabe, vão descobrir agora com essa matéria. Não contei antes porque acho que não era da conta de ninguém, sou reservada e não faço questão de dar satisfações”, conta ela em entrevista.
A família, porém, sabe e apoia o relacionamento homoafetivo de Ana Paula. “No começo acharam estranho, mas depois apoiaram”, diz ela, que nunca havia se envolvido com outra mulher antes da esposa atual: “Acredito que sempre sabemos que temos atração pelo mesmo sexo, mas ela foi minha primeira mulher”.
Sexo no avião e no provador de uma loja
Para Ana Paula, a relação com outra mulher é mais fácil, já que uma conhece as necessidades da outra. “A mulher é mais carinhosa e atenciosa que um homem”, afirma.
Aliás, foi com a atual companheira que ela garante ter tido as melhores "aventuras" de sua vida. “Posso citar vários lugares exóticos que já fizemos sexo. Um deles foi no banheiro de uma avião, em uma viagem que fizemos para a Argentina. Outra vez foi em um provador de uma loja de fantasias. Estávamos vendo algumas para uma festa e uma fantasia ficou muito sexy em mim, então...”, lembra ela.
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Ciúmes das outras candidatas
A Miss Bumbum Distrito Federal é fiel à esposa e jura que não sente atração por nenhuma das candidatas do concurso. “Amo e respeito minha mulher. E também nenhuma me despertou interesse, até porque estou no concurso por realizações profissionais e não à procura de um relacionamento. Não fico excitada por nenhuma outra mulher dentro ou fora do concurso. Fiz amizade com algumas meninas, mas sem interesse algum”, avisa.
Apesar disso, ela acaba assumindo que a sua companheira fica um pouco incomodada pelo fato de ela sempre estar cercada de mulheres de biquíni. “Acho que por ser um concurso só com mulheres ela sente mais ciúmes do que se fosse um namorado”, opina.
Vantagem no concurso?
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Ana Paula não considera uma vantagem sua orientação sexual na disputa e acha que isso não despertará um interesse a mais. “As pessoas tem que deixar de ser preconceituosas e aceitar que um casamento gay é como qualquer outro casamento heterossexual. Tratar com prioridade também é uma forma de preconceito”, declara.
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180 Graus 
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